SAIBA MAIS

Urologia

A Urologia é a especialidade que trata das doenças das vias urinárias de homens e mulheres e também do aparelho reprodutor masculino.

É uma especialidade cirúrgica, porém também com várias modalidades de tratamento clínico, e atualmente em razão de sua grande área de atuação, apresenta algumas subespecialidades, como:

  • Andrologia (infertilidade masculina, disfunção erétil, ejaculação precoce)

  • Uro-oncologia (tumores de rim, bexiga, próstata, pênis, via excretora, adrenal)

  • Urologia Pediátrica

  • Transplante Renal

  • Urolitíase (cálculos de rim, ureter, bexiga)

  • Urologia feminina (incontinência urinária)

  • Uro-neurologia (bexiga neurogênica)

Andrologia

Impotência

O que é a Disfunção Erétil? 

É justamente a incapacidade do homem de obter e manter uma rigidez peniana satisfatória para a atividade sexual.

 

A Disfunção Erétil é muito freqüente? 

Sim, apesar de todo o tabu que ainda existe em torno deste assunto, onde o homem que apresenta tal distúrbio sente-se como se fosse o único no mundo com tal infortúnio, hoje sabemos através de estudos científicos que entre todos os homens entre 40 e 70 anos, aproximadamente 50% deles apresentam algum grau de disfunção, que pode ser leve, moderada ou grave.
Portanto, os números são muito altos. Nos Estados Unidos são estimados 30 milhões de homens com Disfunção Erétil, enquanto no Brasil este número é de aproximadamente 11 milhões. Apesar destes números elevados, sabemos também que apenas 10% destes homens acabam procurando auxílio médico.

Quais são as causas da Disfunção Erétil?

As causas da Disfunção Erétil são variadas, podendo ser divididas em causas físicas ou orgânicas, e causas psicológicas, porém muitas das vezes nós temos uma associação tanto de causas físicas como psicológicas.
De uma forma geral as causas psicológicas exclusivas predominam nos pacientes mais jovens, enquanto as causas orgânicas são mais freqüentes em pacientes mais velhos. Isto decorre do fato de que muitas doenças, que são mais comuns à medida que envelhecemos, na sua evolução podem levar à disfunção erétil, como por exemplo: diabetes, hipertensão, doenças do aparelho circulatório, etc.


Eu posso evitar a Disfunção Erétil?  

Conhecemos hoje vários fatores de risco para a doença, que podem ser evitados ou controlados. O tabagismo é um grande fator de risco, que deveria sensibilizar os homens, se não pelos malefícios que faz ao coração e aos pulmões, pelo menos pelo risco que representa para a ereção. Além do cigarro, o álcool, e todas as outras drogas ilícitas representam fatores de risco para a disfunção erétil.


Sabemos que certas doenças como os diabetes, hipertensão, doenças circulatórias, elevação dos níveis de colesterol e triglicérides, baixa dos níveis de hormônio masculino, utilização de certos medicamentos, e algumas cirurgias para o tratamento de câncer (próstata, bexiga e intestino grosso) podem favorecer o aparecimento da Disfunção Erétil.
Um outro dado muito importante que conhecemos atualmente é com relação à maior freqüência de doença coronariana associada à disfunção erétil. Sabemos que a disfunção erétil pode preceder um evento coronariano (angina, infarto do miocárdio) em até três anos. Este fato seria um motivo adicional para investigarmos os fatores de risco.


Além destas condições orgânicas, não podemos deixar de lembrar dos fatores psicológicos, já que o próprio estilo de vida que temos atualmente é altamente favorecedor de disfunções sexuais. O stress excessivo, a competitividade no trabalho, a falta de lazer e de atividade física, são também condições importantes para uma vida sexual ruim. Portanto, a mudança de estilo de vida, às vezes será o melhor remédio. A psicoterapia tem um papel muito importante nestes casos.


Além da psicoterapia quais os outros tratamentos?

Com relação ao tratamento, houve nos últimos anos uma verdadeira revolução, desde o aparecimento em 1998 do primeiro medicamento de uso via oral eficaz, que foi o Viagra. A partir de então novas drogas surgiram, com algumas diferenças nos seu perfil de atuação: algumas iniciando sua ação mais rapidamente (Levitra, Vivanza), enquanto outras apresentando um período de ação mais prolongado, como no caso do Cialis.
Tais medicamentos representaram sem dúvida para o homem o que a pílula anticoncepcional representou para as mulheres na década de 60, porém estes remédios não acabam resolvendo todos os casos. Sabemos que eles funcionam bem para aproximadamente 70% dos pacientes, portanto teremos uns 30% que deverão ter uma outra terapêutica. Além disso, alguns pacientes não podem fazer uso destes medicamentos em razão de contra-indicações na área cardiológica.
Para estes pacientes dispomos de outras terapias, que vão desde o uso de medicamentos locais, através de injeções intracavernosas, até às cirurgias de implante de prótese peniana.
Portanto, o homem com disfunção erétil, dispõe hoje de várias alternativas de tratamento.

Qual escolher? 

Sem dúvida, o urologista em conjunto com paciente, saberão
escolher a melhor opção terapêutica.

Infertilidade

Definimos infertilidade como a incapacidade do casal em conceber um bebe, após um ano de tentativas, com relações sexuais regulares.

Cerca de 15% dos casais apresentam dificuldade de engravidar, sendo o homem o responsável exclusivo em aproximadamente 40% , a mulher em 40%, e ambos nos outros 10%.

Atualmente conseguimos avaliar o casal infértil de modo a fazer um diagnóstico da causa na grande maioria dos casos.
         
A avaliação masculina é feita inicialmente através do exame de espermograma, onde são estudados não só o número de espermatozóides mas também a sua movimentação (a chamada motilidade) e forma (a chamada morfologia). Existem várias causas de infertilidade masculina: varicocele, criptorquidia (testículo fora do escroto), infecção, uso de drogas, etc.

 

A avaliação feminina é feita procurando estudar todos aqueles  órgãos envolvidos na reprodução da mulher, ou seja desde o colo do útero até os ovários. Entre as causas de infertilidade feminina temos as alterações hormonais e de ovulação, obstrução (entupimento) de trompas, miomas uterinos, endometriose e alterações do muco cervical.

      

O tratamento do casal infértil sempre dever objetivar a correção daquelas causas que possam restabelecer uma fertilidade natural, porém nem sempre isto é possível. É justamente para estes casos que hoje dispomos de alternativas de tratamento que podem beneficiar sobremaneira estes casais. São as chamadas técnicas de Reprodução Assistida. As mais utilizadas atualmente são a inseminação intra-uterina, fertilização in vitro,  até a mais recente e revolucionária técnica chamada ICSI (injeção intra-citoplasmática de espermatozóide). Esta última técnica permitiu que casais que no passado haviam sido destituídos de qualquer esperança de conceber seus próprios filhos, hoje possam tê-los.

Procedimentos

• Consultas

• Cistoscopia

• Uretroscopia

• Doppler peniano

• Teste de Ereção Farmacológica (Prostaglandina)

• Cauterizações

• Urofluxometria

• Peniscopia

• Terapia Sexual

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